E o João de Barro encerra mais um ano de atividades com um Acampamento de Pais e Filhos super divertido e com muito sol.
Chegando logo no sábado, tomamos o café e iniciamos nossas atividades e a montagem do Campo. O Almoço foi uma delícia! À tarde as atividades continuaram com as nossas provas na ponte do rio de cai (feita de bóias), pranchas no lago, ski-bunda e muito mais. À noite o nosso jogo noturno e o nosso fogo de conselho. Parabéns à Patrulha Vencedora do João Acamp 2013 - Logo postaremos mais fotos!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Parque Estadual da Cantareira
Pessoal o Valor de Entrada no Parque Estadual da Cantareira e de R$ 9,00 Reais, estudante paga meia entrada portanto R$ 4,50 Reais, então turminha tratem de conseguirem os comprovantes de escolaridade nas escolas de vocês...
Sempre Alerta!!!
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Caros Escoteiros Iremos no Próximo Sábado a loja escoteira, onde vocês poderão comprar os distintivos que lhes faltam, lembrem de fazer uma revisão para comprar tudo o que vocês precisam. Logo após a visita a loja iremos ao museu do futebol. Neste dia Iremos Utilizar R$ 9,00 reais de credito no Bilhete Único para a nossa locomoção, lembrem de levar lanche como de costume. Mais uma coisa no próximo sábado para acompanhar vocês a este passeio só estará disponível o Chefe Fúlvio portanto queridos escoteiros, se alguns pais estiverem dispostos a passear conosco para auxiliar o Chefe Fúlvio será de muito Importância. Desde já agradeço a atenção.
Sempre Alerta!!!
Chefe Fúlvio...
Só para aproveitar a postagem segue a pontuação da Tropa Lobo Guará atualizada e algumas fotos de nossas Atividades!!!
Sempre Alerta!!!
Até a Próxima!!!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Desfile Cívico 2013
A Revolução Constitucionalista de 1932 aconteceu em São Paulo e foi uma insurreição contrária ao novo quadro político que se instaurou no país após a Revolução de 1930.
As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira República, almejavam, com essa agitação, reaver o domínio político que haviam perdido com a Revolução de 1930. Além deste fato, a demora do governo provisório de Getúlio Vargas em convocar a Assembléia Constituinte suscitava muita insatisfação, especialmente no Estado de São Paulo. No começo do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democrático (PD) lançam uma campanha a favor da Carta Constitucional do país e do término da interferência federal nos estados.
A repercussão popular é grande, o sentimento de patriotismo brota nos corações paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposição de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realização de um ato político no centro da cidade de São Paulo, a polícia coíbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC – iniciais de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, os mortos – e amplia a base de apoio entre a classe média. Em 9 de julho começa a rebelião armada, está deflagrada a Revolução Constitucionalista. Um grande número de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e é transferido para as três grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paraná e Vale do Paraíba.
O Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, jóias e alianças para ajudar financeiramente a revolução e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp – incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organizações civis forneciam fardas, auxílio, alimento e ajudavam na inscrição de voluntários. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vitória da causa paulista.
Os comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as forças federais eram superiores. Eles contam com a união e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio não chega, e São Paulo é cercado pelas tropas legalistas. Após ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o exílio dos líderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendição em 3 de outubro de 1932.
Texto retirado do Info Escola. O GE João de Barro esteve no desfile cívico de 2013.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)
























